SOBRE A CARRETA:
FENASP convoca Carreata em
Defesa da Vida e da Família
O papel das pessoas na luta em defesa da vida e da
família, da liberdade religiosa e institucional e da livre manifestação do
pensamento, contra a pedofilia, pornografia e infanticídio indígena é muito
importante e, por essa razão, o FENASP e lideranças evangélicas do Brasil estão
convocando toda a população para que se empenhem nessas causas, participando da
Carreata em Defesa da Vida e da Família. O evento está marcado para o dia 04 de
agosto e deve acontecer em horário simultâneo em todo o Brasil (sugestão: 15h00)
e contará com trios elétricos, lideranças eclesiásticas e políticas, além da
participação popular.
Coordenada pelo FENASP, Conselho de Pastores e
lideranças políticas, a Carreata pretende levantar a população contra
algumas proposições legislativas em tramite no Senado
Federal, na Câmara dos Deputados, em algumas Assembléias Legislativas e na
esfera do Judiciário, por acreditar que as leis e as políticas públicas não
podem e não devem violar o direito à vida, à dignidade humana ou promover e
incentivar a discriminação e o preconceito. Durante a Carreata também
será lançado um Manifesto e um Abaixo-Assinado pedindo o fim da tramitação dos
Projetos de Lei que atentem contra a vida e a família e sugerindo ações
positivas no combate às sete bandeiras de luta do FENASP (Discriminação
Religiosa, Aborto, PLC 122 – Lei da Mordaça, Drogas, Pedofilia, Pornografia,
Violência contra a Mulher e Infanticídio Indígena).
Nessa
ação, o FENASP pretende lutar pela rejeição do Projeto de Lei 1135/91 e demais
proposições que tramitam na Câmara e no Senado Federal, visando legalizar o
aborto no Brasil; rejeição do PL 98/2003, que visa descriminalizar e legalizar a
prostituição no País; e do PLC 122/2006 e do substitutivo do PL 6418/2005
(instituem o crime de homofobia no Brasil), por ferirem direitos que são
garantidos pela Constituição Federal Brasileira.
“Somos contra os projetos de lei, pois
acreditamos que atentam contra a vida, a família e ferem os princípios
constitucionais da isonomia, da legalidade, da liberdade de consciência e de
crença, e da livre expressão do pensamento”, afirma o Secretário Executivo do
FENASP, Pr. Wilton Acosta.
INFORMAÇÕES:
Fenasp Comunicação –
www.fenasp.com. Telefone: (61) 3224-1873. E-mail:
fenasp.com@gmail.com.
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MANIFESTO
MANIFESTO DO FENASP E LIDERANÇAS EVANGÉLICAS DO BRASIL, EM
DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA, DA LIBERDADE RELIGIOSA E INSTITUCIONAL E DA LIVRE
MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO
O FENASP (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e
Política), juntamente com lideranças evangélicas do Brasil, lança o presente
MANIFESTO em defesa da vida, da família, da liberdade religiosa e institucional,
da livre manifestação do pensamento, contra a pornografia, a pedofilia e o
infanticídio indígena, por acreditarem que as leis e as políticas públicas não
podem e não devem violar o direito à vida, à dignidade humana ou promover e
incentivar a discriminação e o preconceito (Art. 5. Captu, att. 1º , III e art.
3º , IV da Constituição Federal) como se pretende algumas proposições
legislativas em tramite no Senado Federal, na Câmara dos Deputados, em algumas
Assembléias Legislativas e na esfera do Judiciário, que neste ato repudiamos em
vista das razões adiante explicitadas:
Do crime de homofobia
Tramita no Senado Federal o PLC 122/2006 e na Câmara
dos Deputados o substitutivo ao PL 6418/2005, que visam instituir o crime de
homofobia no Brasil. As proposições legislativas visam criminalizar toda e
qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e as suas práticas, ferindo o
direito fundamental do cidadão de livre expressão. A Constituição Federal
garante a todos, como mandamento jurídico inviolável, o direito de se
posicionar, a favor ou contrariamente, em relação a qualquer fato social ou
comportamento humano;
Neste sentido, somos contra os projetos de lei, pois
acreditamos que os mesmos cerceiam o direito constitucional fundamental de
liberdade de consciência, crença e culto; pela flagrante inconstitucionalidade,
injuridicidade e má técnica legislativa, e por ferirem os princípios
constitucionais da isonomia, da legalidade, da liberdade de consciência e de
crença, da livre expressão do pensamento; por ferirem os princípios da
pessoalidade e proporcionalidade da pena, da liberdade iniciativa, da
continuidade no serviço público e o direito à educação aos filhos.
Somos pela rejeição do PLC 122/2006 e do substitutivo
do PL 6418/2005, por reconhecermos que o Ordenamento Jurídico Brasileiro - seja
por meio da Constituição Federal, seja por meio das demais leis ordinárias ou
complementares - já contemplam as reivindicações de proteção que os adeptos dos
PL’s buscam implementar.
Da legalização do aborto
Tramita na Câmara dos Deputados o PL 1135/91 e
diversas outras proposições legislativas que visam a legalização da interrupção
da gravidez em qualquer estágio gestacional, e neste ato, manifestamos nossa
posição em favor da vida e contra o aborto.
Acreditamos que o aborto é o ato de extermínio de uma
vida humana, uma clara violação à vontade de Deus, revelada nas escrituras
Sagradas e que a livre interrupção da gravidez é uma afronta à Declaração
Universal dos Direitos do Homem, que define que “todo o indivíduo tem direito à
vida” (artigo 3º); e a Constituição Brasileira, que tem como cláusula pétrea, o
seu artigo 5º, definindo como garantia fundamental a inviolabilidade do direito
à vida; bem como o artigo 4º do Pacto de São José da Costa Rica, do qual o
Brasil é País signatário.
Registramos ainda, que nossa posição encontra eco na
sociedade, pois o povo brasileiro tem se expressado, em sua esmagadora maioria,
contrário ao aborto.
Da legalização da prostituição
Está sendo discutido na Câmara dos Deputados o
Projeto de Lei 98/2003, que dispõe sobre a exigibilidade de pagamento por
serviços de natureza sexual, propondo a instituição do contrato pela prestação
de serviços pelos profissionais do sexo, além de revogar os crimes de lenocínio
e tráfico de mulheres, pretensões que o povo evangélico brasileiro reprova e
combate pelos seguintes motivos:
- Por entendermos que o quadro negativo da
prostituição não envolve apenas o sacrifício da integridade pessoal. A atividade
é tradicionalmente acompanhada de outras práticas prejudiciais à sociedade, como
os crimes de lesões corporais e de tráfico de drogas;
- A proposição só beneficia os traficantes, os
proprietários de casas de prostituição, pois visa revogar do Código Penal os
crimes de favorecimento da prostituição (Art. 228), casa de prostituição
(Art.229) e o tráfico de mulheres (Art. 231);
- A aprovação do PL 98/2003 chocar-se-ia com atos
internacionais dos quais o Brasil é signatário, comprometendo-se a combater o
lenocínio, o tráfico e a exploração de mulheres.
Assim, em defesa da vida, da família, da dignidade
humana, da liberdade de expressão e da liberdade religiosa, contra a
pornografia, a pedofilia e o infanticídio indígena, REQUEREMOS:
- A rejeição do PL 1135/91 e as demais proposições,
que tramitam nas duas Casas de Lei, que visam a legalização do aborto no Brasil;
- Que seja de pronto rejeitada a pretensão do PL
98/2003, que visa descriminalizar e legalizar a prostituição em nosso País;
- Que sejam rejeitados os PLC 122/2006 e o
substitutivo do PL 6418/2005, por ferirem direitos que são garantidos pela
Constituição Federal Brasileira.
SUGERIMOS:
- Implementação de mais e novas
políticas públicas voltadas à geração de empregos para as mulheres e para os
jovens do nosso País,
muitos com bom nível de escolaridade, para que possam desempenhar atividades
produtivas e socialmente justas, livrando-se da triste realidade da
prostituição. E, para isso, nossos governantes e legisladores sempre poderão
contar com o apoio e a parceria da Igreja Evangélica Brasileira, que trabalha e
atua visando a construção de um País justo e próspero para todos;
- Que o Congresso Nacional, que caminha no sentido de
aprovar legislações que afetam a vida e a família, e o Governo Federal, que tem
como meta a legalização do aborto, que só apresenta graves riscos para a mulher
e que atenta contra a vida de inocentes, reforcem a proteção à família e o apoio
à vida, desde a sua concepção até seu desfecho natural, pois esta é a vontade do
povo brasileiro e da sua Igreja Evangélica;
- Que se estabeleça um programa Nacional de
Valorização da Vida desde a concepção, que preveja a construção de casas-lares
de acolhida para gestantes em situação de risco; incentivo aos programas de
adoção de crianças rejeitadas; cursos de método natural de fertilidade (Billings);
campanhas de educação acolhendo a abstinência sexual, método comprovado e
indiscutivelmente seguro de prevenção à gravidez precoce e indesejada, Aids, HPV,
hepatite, entre outras DST’s;
- Que nossas autoridades não se omitam em identificar
e investigar quais os verdadeiros interesses dos grupos que patrocinam campanhas
pela legalização do aborto no Brasil e o montante dos recursos por eles enviados
ao Brasil para a realização dessas campanhas;
-
Que as leis e determinações que visam
inibir a prática da discriminação e preconceito em nosso País não privilegiem
uns em detrimento de outros, que todos sejam alcançados pelo princípio da
igualdade e da isonomia e que todos tenham o direito à vida, à dignidade, à
integridade física, à liberdade de expressão, à liberdade de consciência e à
liberdade de crença.
FENASP
CONSELHOS DE PASTORES
LÍDERES EVANGÉLICOS